domingo, 8 de agosto de 2010

Curiosidades da Bíblia Sagrada

•A palavra Bíblia vem do grego, através do latim, e significa: livros।
•A Bíblia inteira foi escrita num período que abrange mais de 1600 anos.
•É uma obra de cerca de 40 autores, das mais variadas profissões: de humildes agricultores, pescadores até renomados reis.
•Número Total de livros da Bíblia: 66 livros.
•39 no Antigo Testamento, 27 no Novo Testamento.
•66, 39 e 27 são todos múltiplos de 3, o número da perfeição.
•O Velho Testamento é cerca de três vezes e meia maior do que o Novo Testamento.
•Os livros de história cobrem metade do Velho Testamento.
•Os livros de poesia cobrem um quinto do Velho Testamento.
•Os Evangelhos ocupam quase a metade do Novo Testamento.
O Pentateuco (os primeiros cinco livros escritos por Moisés) é quase do tamanho do Novo Testamento.
• O Antigo Testamento foi escrito em hebraico, com exceção de algumas passagens em Esdras, Jeremias e Daniel que foram escritas em aramaico.
• O Novo Testamento foi originalmente escrito em Grego.
• A Bíblia já foi traduzida por mais de 1500 línguas e dialetos.
• No ano de 1250 o cardeal Caro dividiu a Bíblia em capítulos, que foram divididos em versículos no ano de 1550, por Robert Stevens.
• No ano de 1250 o cardeal Caro dividiu a Bíblia em capítulos, que foram divididos em versículos no ano de 1550, por Robert Stevens.
• A Bíblia contém 1189 capítulos e 31102 versículos.
• Há 3573 promessas na Bíblia.
• O livro de Isaías assemelha-se a uma pequena Bíblia: contém 66 capítulos; os primeiros 39 falam da história passada, e os 27 restantes apresentam promessas do futuro.
• A única idade de mulher que se menciona na Bíblia é a de Sara (Gên. 23:1)
• A primeira cirurgia foi realizada por Deus, quando tirou uma costela de Adão. (Gên. 2:21,22)
• Além de Jesus, Elias e Moisés foram os únicos homens que jejuaram 40 dias e 40 noites. (I Reis 19:8 e Deut. 9:9)
• O Livro mais antigo da Bíblia não é o Gênesis, mas Jô. Acredita-se que foi escrito por Moisés, quando esteve no deserto.
• O último livro da Bíblia a ser escrito foi III São João.
• O livro maior é o dos Salmos, com 150 capítulos.
• O livro menor é III João.
• O capítulo maior é Salmos 119.
• O capítulo menor é salmos 117.
• O capítulo 37 de Isaías e o 19 de II Reis são iguais.
• Foram usados três idiomas em sua confecção: Hebraico, grego e aramaico.
• Foi escrita em aproximadamente 1600 anos, por uns 40 autores e contém 66 livros.
• A Palavra SENHOR é encontrada na Bíblia 1853 vezes e REVERENDO 1 vez no Salmo 111:9.
• O verso maior é Ester 8:9.
• O verso menor é Êxodo 20:13.
• O verso central é Salmos 118:8.
• Texto áureo da Bíblia: João 3:16


Curiosidades Bíblicas - Você Sabia?
1. Quais os livros da Bíblia que tem apenas 1 capítulo?
R: Obadias, Filemom, II João, III João e Judas.

2. Quais os livros da Bíblia que terminam com um ponto de interrogação?
R: Lamentações, Jonas e Naum.

3. Qual o maior livro da Bíblia?
R: Salmos (possui 150 capítulos).

4. Qual o menor capítulo da Bíblia?
R: Salmo 117 (possui 2 versículos).

5. Qual o maior capítulo da Bíblia?
R: Salmo 119 (possui 176 versículos).

7. Qual o menor versículo da Bíblia?
R: Jó 3:2 (possui 07 letras).

8. Qual o maior versículo da Bíblia?
R: Ester 8:9 (possui 415 caracteres).

9. Quantas palavras a Bíblia contêm aproximadamente?
R: 773.693 palavras.

10. Quantas letras a Bíblia contêm aproximadamente?
R: 3.566.480 letras.

11. Quantos capítulos e quantos versículos a Bíblia possui?
R: 1.189 capitulos e 31.102 versículos.

12. Quem era rei e sacerdote ao mesmo tempo?
R: Melquisedeque. Gênesis 14:18.

13. Qual é a única mulher cuja idade é mencionada na Bíblia?
R: Sara. Gênesis 23:1.

14. Onde lemos na Bíblia de camelos se ajoelhando?
R: Gênesis 24:11.

15. Onde se lê na Bíblia que os israelitas foram advertidos para obedecerem a um Anjo?
R: Êxodo 23-20,21.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Regulamento Sanitário Internacional

Novo Regulamento Sanitário Internacional

O novo Regulamento Sanitário Internacional (RSI). O documento, aprovado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2005, estabelece compromissos e responsabilidades para que os países invistam em proteção, promoção e controle, com o intuito de dar uma resposta da saúde pública frente à ameaça de disseminação internacional de doenças, e evitar interferências desnecessárias no tráfego e comércio internacional.

Entre as principais novidades está a ampliação das doenças cuja notificação é obrigatória. Enquanto a legislação anterior, de 1969, restringia a notificação a cólera, peste e febre amarela, o novo RSI amplia para todo evento que possa constituir uma emergência de saúde pública de importância internacional, como danos causados por agentes químicos, materiais radioativos e alimentos contaminados.

A Anvisa, em conjunto com o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) do Ministério da Saúde, já vem adequando suas ações ao regulamento. O desenvolvimento do novo Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia e a criação do Sistema de Informação para Orientação de Viajantes são algumas das atividades já em andamento.

As ações incluem, ainda, a participação na elaboração do Plano Brasileiro de Preparação para uma Pandemia de Influenza, a aplicação de instrumentos para identificar e avaliar as capacidades básicas em portos, aeroportos e passagens de fronteira e a revisão da legislação sanitária vigente.
O Regulamento Sanitário Internacional – RSI (2005), entrou em vigor em 15 de junho de 2007. Todos os Estados Membros da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS) entraram em acordo em 2005 para adotá-lo.
Fonte Assessoria de imprensa da Anvisa Tags:


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segunda-feira, 15 de março de 2010

Onde está o prazer?

Ir à lua, atingir planetas, reproduzir imagens(retratos), tecer, fiar, ouvir e ter o direito de ser ouvido, ouvir à distância, grafar, enviar imagens e sons à distância; viver, andar, caminhar no mar, sobre as águas, no fundo da terra e dos mares, das águas, dar o coração, dar os olhos, dar os orgãos, prolongar a vida, enviar pessoas congeladas através dos séculos, criar a religião e as artes como forma de eternizar-se, dominar a natureza, influenciar nos seus fenômenos, fazer chover, dividir o indivisível, as fantasias, a imaginação a tudo nascendo do inconsciente do povo nas ingenuidades dos contos das avós, fazedoras de sonhos e lendas, ter saudades, procurar as estrêlas em outra cidade não poluida, ver o vento mudar, a chuva parar e ...chorar e chorar e chorar e ...
Autoria: Wilson C. de Araújo Filho

Bandidos e malfeitores

Os bandidos, os malfeitores, possuem uma identidade, um sinal característico para prevalecerem face a uma sociedade que lhes tem que ser por natureza, adversa, para a qual se tornam inaceitáveis, que lhes é perfeitamente contrária, hostíl, de algum modo perigosa, de maneira que não se pedem permir erros, pois sua inconsistência comunal lhes poderia significar extinção, sem possibilidade de soerguimento, o que se nos afigura inverdade, pois seria também o fim do sistema social nos seus aspectos perfeitamente institucionais que impõem a existência secular do Ministério da Justiça e dos departamentos de polícia, que subsistem pela existência de criminosos, ou estabeleceremos a anarquia política no mais perfeito sentido técnico etmológica político do termo, necessário dizer-se, o reconhecimento de todos havermos atingido à perfeição.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

sábado, 26 de dezembro de 2009

Natal

Natal
O Natal sem dúvida alguma, é o evento mais esperado do ano. Há uma espectativa de algo novo porvir e ao mesmo tempo, um período de reflexão, de saudade de alguém e a vontade de juntar todos os amigos e parentes para nos abraçarmos e falarmos da esperança, do amor e da amizade.
Não podemos afirmar que Jesus Cristo tenha nascido em 25 de dezembro. Sabemos que nasceu durante o reinado de Herodes, o Grande,escolhido pelos romanos para governar a Judéia. Os calendários são contados a partir do ano em que se supõe ter nascido Jesus, mas as discussões sobre isso, são as mais variadas. Desde o século IV, os cristãos festejam o Natal, ou nascimento de Cristo, no dia 25 de dezembro. Esta foi uma adaptação das festas ao deus Sol dos povos pagãos, adquirida pelos Romanos. A data real ainda é incerta, entretanto, festeja-se muito e a data tem se consolidado ao longo dos anos.
O que eu posso dizer é que eu também tenho um sentimento diferente no natal. Se eu pudesse juntar todos os meus amigos e parentes eu diria que os amo e que a vida precisa ultrapassar os limites do ódio, da incompreensão, da maldade, da malandragem, do medo, das dívidas, das dúvidas, do egoísmo, etc...É melhor dizer que viver, é olhar para o próximo e não coloca-lo distante, já que é próximo! É melhor dizer que viver é dizer "Eu te amo" e quebrantar o "coração inquebrantável".
O "espírito" do natal precisa permanecer em nós e nada absolutamente nada, pode nos derrotar a ponto de desistirmos da vida.
Gostei muito de uma frase do Vice- Presidente da República, José Alencar, numa entrevista à Marília Gabriela rescentemente: "Deus não precisa de um câncer para me levar, entretanto se ele não quer me levar, não há câncer que me segura" Muito boa!
Emfim, desejo que o "Espírito do Natal" permaneça com todos nós e que no próximo ano, sejamos melhores que nos anos anteriores.
Beijos e que Deus nos abençoe.
Wilson Araujo



domingo, 13 de dezembro de 2009

Franz Boas : Race, linguage and Culture

Franz Boas : Race, linguage and Culture


“As Limitações do Método Comparativo da Antropologia”

Neste texto Boas nos leva a pensar sobre a sociedade humana, como o processo da formação e origem da cultura ocorreu. Tece uma feroz crítica a método construído por um conjunto de antropólogos , no qual, utilizam o método Comparativo, para analisar o desenvolvimento das sociedades.
O método Comparativo consiste basicamente, como explicito na palavra comparativo, na comparação entre sociedades, para entender os processos sociais e culturais. Como (neste caso), fosse possível uma generalização, ou seja, a partir de uma determinada comparação, a conclusão desta analise, pudesse ser estendia a todas as sociedades.
Boas preocupa-se com a questão referente as sociedades, não através de métodos que por algum dado, ou necessidade, excluem a história, pelo contrario, tenta recuperar a tradição de cada cultura, estuda as particularidades históricas de cada sociedade.
Assim é como se buscasse um ponto em comum presente em todas as sociedades, em qualquer tempo.
Em sua teoria encontra-se uma grande rejeição em relação as generalizações, busca a história do desenvolvimento das sociedades.
Sua preocupação está no particular, o que cada povo possui, pela tradição, que marca a sociedade, o que faz cada cultura ter uma determinada caraterística.
A universalidade não é a grande questão, já que não parte do universal para o particular, e justamente o inverso, parte de uma atenção do particular para poder chegar ao universal.
Para Boas a questão das semelhanças culturais, não está na troca, como para certos antropólogos, cujo em um passado remoto, ocorreu um contato entre povos para a explicação das semelhanças, para Boas - este processo pode ser definido, da seguinte maneira, “a mente humana parte de uma mesma psique, uma mesma matriz”.





Diferentemente do método comparativo, que trata das generalizações, o autor não rejeita o meio, o desenvolvimento cultural acontece não da mesma forma, para todos as sociedades e culturas.
Partimos de uma mesma matriz, assim podemos tratar das semelhanças, nas cada povo possui sua peculiaridade, possui sua tradição e costumes.
O meio em que se vive, o contato com outros povos podem influenciar uma determinada sociedade, o homem não é inflexível aos outros e as coisas que acontecem a sua volta.
Quando se trata da comparação, parece que os fenômenos culturais são unos e iguais a todos os povos, como se as similaridades ocorressem da mesma maneira. Como se as causas dos fenômenos fossem sempre imutáveis para qualquer povo, em qualquer época.
As sociedades sofrem mudanças ou melhor transformações no decorrer de seu crescimento, como se a cultura não sofresse influência, fosse sempre da mesma maneira ao longo dos tempos.
As metodologias utilizadas pelo método de comparação, não permite que os detalhes sejam verificados que as singularidades sejam observadas. Tudo é dado por uma grande reta.
Desta maneira a posição que as civilizações têm por base uma única linha geral, é descartada.
Os fenômenos culturais possuem uma causa e efeito que não são distintos entre si, então, quando tratamos de analisar a história de uma sociedade, não se pode ignorar como acontecem e como aconteceram os fatos da história cultural. Assim o estudo desenvolvido não é estático, ou seja, Boas pretender estudar a dinâmica social de cada sociedade em conformidade com o passado e o presente.